Keep Smiling!

 

Todas as pessoas, de qualquer etnia, religião ou classe social, almejam a felicidade. Todos querem o bem-estar e a paz de espírito. No entanto, muitas pessoas, com o passar do tempo, perdem o entusiasmo que tinham quando mais jovens. Tornam-se sisudas, levam-se muito a sério, vivem vidas pálidas e cinzentas. Por que isto ocorre? Como manter acessa a chama do bem-estar na vida adulta?

Para que as nossas cores não desbotem, é essencial mantermos o bom humor em nossas vidas. Veja as crianças: elas não têm grandes preocupações; seu dia-a-dia é repleto de alegria e boa disposição. Nós, adultos, podemos aprender muito com elas. Até porque nós mesmos já fomos crianças um dia e todos lembramos bem como era boa aquela época...

Não precisamos sufocar nossa criança interior. Claro, não devemos fugir de nossas responsabilidades como adutos; não é esta a proposta. Mas, para uma boa saúde mental e física, é necessário curtir a vida intensamente. Não há melhor remédio para a alma do que o riso e a alegria! Quem ri, vive mais e melhor.

Somos constantemente confrontados com escolhas durante a vida. Você pode ter uma reação positiva ou negativa diante de uma situação. Por isso o bom humor é essencial: quanto mais ele for presente na sua vida, mais chances você terá de tomar a decisão certa no seu desafio.

Termino com um texto que li num livro e que achei muito interessante:

"Eu conhecia este cara, ele era meu amigo. Eu adorava conversar com ele. Nunca nos cansávamos de conversar e rir. Bebíamos, fumávamos e falávamos sobre tudo e todas as pessoas. Nós éramos meio selvagens; fazíamos coisas bobas. Mas o tempo passou e nós mudamos e agora agimos de forma diferente quando nos encontramos. Acho que ambos mudamos, mas parece que eu ainda quero falar e rir e ser louco, mas não existe espaço. Nós nos conhecemos há muito tempo. Ainda vemos o mundo de forma semelhante, mas ele perdeu seu senso de humor. Parece estar carregando um tipo de tristeza terminal; não pode experimentar alegria por muito tempo. Tudo ao redor dele fica achatado pelo peso de suas atitudes. Ele passou por um mau período, em que tudo deu errado. Uma série de coisas não deu certo. As decepções se acumularam com o tempo até um ponto em que ele não conseguiu mais sair de dentro delas. Ele deixou de acreditar que as coisas melhorariam. Finalmente, sucumbiu ao ritmo da queda - às constantes decepções. Mesmo quando havia uma ruptura evidente do padrão negativo, quando o céu nublado se abria ao paraíso, ele não conseguia melhorar o ânimo. Havia perdido seu senso de humor. Espero nunca perder o meu".

Denis Kandle

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